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Atualizado em 2026-04-07. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
Devido à natureza do conflito, tornou-se bastante importante o emprego de forças especiais. Com o decorrer das campanhas, estas passaram a ser responsáveis pela realização da maioria das operações móveis e ofensivas, com as forças regulares a encarregarem-se sobretudo de missões defensivas. Em 1961, cada um dos ramos das Forças Armadas tinha já criado no seio as suas próprias unidades de tropas especiais. A Força Aérea havia criado o Batalhão de Caçadores Paraquedistas em 1956, que seria transformado em regimento em 1961, sendo também criados batalhões adicionais em Angola, Guiné e Moçambique. Os paraquedistas seriam inicialmente empregues do modo clássico, sendo inseridos no terreno de operações por paraquedas. Posteriormente, seriam sobretudo empregues em operações aeromóveis, transportados nos helicópteros Alouette III e mais tarde nos SA-330 Puma. O Exército também criou as suas forças especiais em 1960, constituindo as companhias de caçadores especiais (CCE), vocacionadas para a luta de guerrilha e guerra assimétrica em geral. Estas companhias foram mobilizadas no seio de diversas unidades de infantaria, recebendo depois treino especializado no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE) em Lamego. Inicialmente, todos os caçadores especiais eram treinados no CIOE, mas posteriormente passaram a ser ali treinados apenas os seus oficiais, sargentos e algumas praças especializadas, os quais depois assumiam o treino dos restantes elementos das respetivas companhias.
Fontes: pt.wikipedia.org
As CCE acabaram contudo por ser descontinuadas em 1962, em virtude do Exército ter pretendido alargar o treino que aquelas recebiam a todas as unidades de caçadores. Esta abordagem contudo depressa se revelou inviável, ficando o Exército sem unidades com as capacidades de realização de operações especiais. Em virtude disso - e depois de algumas unidades regulares criaram informalmente subunidades de forças especiais - foi criado o Centro de Instrução Especial de Contraguerrilha em Zemba no Norte de Angola, que deu origem a unidades de forças especiais que passaram a ser oficialmente designadas "comandos". Os comandos foram empregues essencialmente como tropas de infantaria de assalto, sendo inseridos nas zonas de operações através de deslocamentos terrestres ou de helicóptero. As companhias de comandos eram inicialmente formadas em Angola para os três teatros de operações, mas posteriormente passaram também a ser formadas na Metrópole, na Guiné e em Moçambique. Outra força com características especiais foram os esquadrões a cavalo conhecidos como "Dragões de Angola", formados pelo Exército no final da década de 1960. Estes foram empregues em operações antiguerrilha em terrenos inacessíveis a viaturas automóveis. Em 1961, a Marinha criou as unidades de fuzileiros, que incluíam companhias e pelotões independentes de fuzileiros e destacamentos de fuzileiros especiais (DFE). As primeiras eram unidade de infantaria ligeira análogas às unidades de caçadores do Exército, vocacionadas para a defesa de instalações navais, patrulhamento fluvial e proteção de embarcações.
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Apesar do conflito ter em geral uma natureza de guerra de guerrilha, durante o mesmo as Forças Armadas Portuguesas realizaram diversas grandes operações de natureza convencional. De entre as maiores operações deste tipo destacam-se a Operação Viriato - realizada em Angola em 1961, com vista à reocupação de Nambuangongo, capturada pela UPA e auto titulada a sua "capital" - a Operação Tridente - realizada na Guiné em 1964, com vista à expulsão das forças do PAIGC da ilha de Como - e a Operação Nó Górdio - realizada em Moçambique em 1970, com vista a erradicar a infiltração da Frelimo ao longo da fronteira com a Tanzânia e destruir as suas bases na região de Cabo Delgado. Outra grande operação, mas de características especiais por ter sido realizada em território estrangeiro e nunca ter sido oficialmente reconhecida pelo Estado Português, foi a Operação Mar Verde, organizada pelo Comando-Chefe das Forças Armadas da Guiné Portuguesa. Esta consistiu num ataque anfíbio e invasão de Conacri, capital da vizinha República da Guiné (conhecida por "Guiné-Conacri") e cujo regime do ditador Sékou Touré apoiava ativamente as forças do PAIGC, disponibilizando-lhes um santuário a partir do qual podiam impunemente atacar o território da Guiné Portuguesa.
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A operação tinha como objetivos a libertação dos 26 prisioneiros de guerra portugueses detidos em Conacri, a destruição das lanchas rápidas torpedeiras inimigas ali baseadas, a destruição do quartel-general do PAIGC, a destruição dos caças MiG-15 e MiG-17 das forças aéreas da República da Guiné e o desembarque de um grupo de oposicionistas ao regime de Sékou Touré com vista a removê-lo do poder. Parte dos objetivos foi atingida (libertação dos prisioneiros, destruição das lanchas e do quartel-general do PAIGC), mas não foram atingidos os restantes, nomeadamente a destruição dos caças, cuja potencial ameaça às forças portuguesas levou à decisão de retirar de Conacri. Todas estas operações caracterizaram-se por serem operações conjuntas, com a participação de efetivos e meios dos três ramos das Forças Armadas. Na sequência do golpe militar ocorrido em Lisboa, a 25 de abril de 1974 e da consequente mudança de regime político em Portugal, as novas autoridades portuguesas entram rapidamente em acordos de cessar fogo com os movimentos independentistas de Angola, Guiné e Moçambique.
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Tesamorelina é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Tesamorelina apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Tesamorelina)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Tesamorelina)